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Nossos hóspedes

Dias de Paz – Santuário de Gabriel – Carnaval 2011

Há alguns anos venho tomando as Essências de Gabriel e sempre que tenho uma amiga(o) que está passando por algo importante, enfrentando desafios recomendo, é como se eu estivesse dando um presente útil e com certificado de garantia ! As essências são sutis e poderosas, atuam em níveis que nem sei que existem, sinto e vivo na prática as transformações e curas.

Por isso desejava conhecer a origem disso tudo, a terra, água, ar e fogo de onde tudo vem. Como desejo e realidade muitas vezes ficam distantes ...só este ano conheci, finalmente, o Santuário. Foram 4 dias de puro deleite, percorrer a estrada sinuosa , ir sentindo o cheiro, cada vez mais forte, de mato e chegar a uma porteira vermelha com um oratório onde Ele já anunciava que aquele não era um lugar comum...

Caminhamos, contemplamos, nutrimos o espírito e o corpo de maneira saudável e saborosa. O grupo teve uma harmonia imediata, as palavras foram significativas. Lá cada um encontra o seu lugar especial, o meu foi o centro de meditação, quando estou precisando me reconectar com aqueles momentos lembro da sensação que tinha quando abria os olhos e me via envolvida pela mata com um vento fresco.

Cada cantinho é cuidado, o jardim é apaixonante, a cozinha um luxo – a dedicação e cuidado de anos e anos se expressam em cada lugar - vale muito, se você quiser uma experiência incomum, vá !!
Elisabetta Recine – Brasilia.

O que é para mim estar no Santuário de Gabriel

Estive no Santuário de Gabriel quatro ou cinco vezes. Desde o primeiro momento enamorei-me pelo local. As oportunidades que o Santuário me trousse foram amorosíssimas, e as carrego comigo. Não houve uma única vez que fui ao Santuário e voltei sem ter apreendido nada, sem ter me descoberto mais, sem ter me escutado. Sou muito grato ao Santuário e a todos que nele trabalham.
Estar no Santuário de Gabriel é, sobretudo:
Ouvir-se. No caminhar nas matas ouvi os sons de animais, das águas dos rios, das chuvas. Ouvi o vento trazer canções belíssimas. Ouvi um sol fervilhar sons. Nessas matas ouvi-me e assim ouvi a consciência maior. Ouvi a Mãe Terra, o Povo de Pedra e seus ancestrais. A natureza, o grupo, a grande música. Ao silenciar por um dia, escutei a mente, disciplinando-a. Escutei o coração, acalmando-o. Escutei meu corpo, conhecendo-o. Fui acompanhado e conduzido pela Canção de Gabriel nas caminhadas pelas matas. O Santuário ainda trouxe-me canções. E na qualidade de Grande Mãe, ouviu-me.
Conhecer-se. Conheci melhor o Cerrado, suas flores, frutos, movimentos, cores, luz e sons. No Santuário, conheci-me melhor. Encontrei lugares de muita paz, conforto e alegria. Pude refletir sobre a vida. Quem sou, o que eu quero, o que devo mudar, quais são minhas qualidades e desqualidades, o que eu estou fazendo no Santuário. A essas e outras perguntas refleti sempre que estive por lá. Essa pausa necessária que o Santuário propicia me levou à reflexão, reorganização da vida; a me conhecer melhor. Compreendi que ir ao Santuário não é apenas fazer um passeio ou visitar e conhecer um local. Ir ao Santuário é um movimento muito maior, de mobilização interna em busca de autoconhecimento, de cura. È um movimento do nosso ser maior. Foi possível a mim, criar, um pouco, de consciência desse movimento na medida que a Roda de Cura foi me mostrando e me ensinando sobre os meus caminhos. O contato comigo mesmo, com a natureza, com o Pai Fogo, a Mãe Terra, o Pai Ar e a Mãe Água e com a Grande Consciência é muito próximo, intenso e prazeroso estando no Santuário. Para mim estar no Santuário é, além de conhecer-se, ser mais eu mesmo.
Curar-se. Este Centro de Cura é um espaço que propicia, por sua qualidade vibratória, um estado de paz interior e de bem estar tão grande que nunca senti em outro lugar. O Santuário tem um ritmo próprio. Estar no ritmo do Santuário é estar em ritmo com o pulsar do Cerrado, com nosso pulsar próprio e com o pulsar de Gabriel. E estando nesse ritmo torna-se possível o curar-se. Esse rítmico é o que mais me tocou. O percebi e senti todas vezes que fui ao Santuário. Dorme-se cedo, acorda-se cedo, almoça-se com calma e com atenção no alimento e no corpo. Têm-se práticas de meditação pela manhã e no fim da tarde, o que sempre me trouxe muita felicidade. Ao lembrar emociono-me. Nessas práticas apreendi muito sobre minha saúde mental, física e espiritual. Apreendi com o local, com a prática em si e com Maria Teresa. Com a meditação me alinhei e aterrei e durante os sonos vivi experiências inesquecíveis.
Tudo no Santuário tem um porque e uma organização. O cuidado e atenção com o alimento e com a alimentação (que por sinal é deliciosíssima. Um cardápio preparado com muita consciência e amor). O trabalho da Roda de Cura, o olhar para si e o ouvir o outro. O caminhar na mata, o banho de bica em contato com as águas infantis de Gabriel. O convívio com as flores e as essências do Sistema de Gabriel, o que traz uma maior conscientização do bioma Cerrado, como também do caminho que nosso ser percorre. Tudo, até mesmo a disposição de cada objeto pelo local, é pensado de forma a permitir uma harmoniosa circulação da energia. Com isso o potencial de cura do local eleva-se por essa conscientização do trabalho espiritual que é feito no local, e os beneficiados somos nós que visitantes que se desfrutam de tudo o que há no Santuário de Gabriel, mas também o Planeta Terra que agradece. O ar amoroso, sutil e curador que respirei me trouxe momentos de tanta paz, harmonia, alegria e felicidade que não experimentei em nenhum outro lugar.
Sinto Saudades do Barú, da roda de cura, da água do Santuário. Mas me sinto feliz em saber que o Santuário de Gabriel está freqüentemente de portas abertas para vivências.
Saber que há um local como esse no Mundo e conhecê-lo é um grande privilégio.
Lucas, homem 19 anos. Músico. Estudante universitário de musico-terapia. Rio de Janeiro.